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Quem ama o bonito, irresistível lhe parece!


Há muito tempo, quando eu varava noites me divertindo com livros de fábulas e contos dos Irmãos Grimm e outros, li pela primeira vez uma expressão bem conhecida.

Era a fábula da coruja, que implorou à águia que não devorasse seus filhotes. Não querendo mostrar os filhotes (com razão, não confiava naquela predadora inverterada), teve de descrevê-los para a águia. Descreveu os “corujitos” (quem já não teve um amigo com esse apelido?) como sendo os filhotes de passarinho mais bonitos e rechonchudos do reino animal. Um tempo depois, a águia estava procurando algo para acompanhar o chá da tarde, passou sobre o ninho da coruja (que não tinha sequer um auxílio-creche e, portanto, tinha de deixar os filhotes sozinhos no ninho). Ao invés de passarinhos bonitos e rechonchudos, viu o que costumamos chamar de “filhotes de cruz credo”. Não teve dúvidas: aqueles não eram os filhotes da coruja! Como se diz na minha terra, comeu que se regalou! Em cima da tragédia familiar de dona coruja, o fabulista conclui com a famosa frase: “Quem ama o feio, bonito lhe parece!”.

Bom… eu trouxe do passado essa história para trazer também o que chamo de corolário do teorema da coruja: “quem ama o bonito, irresistível lhe parece!”

Tudo isso para apresentar-lhes o post do blog do meu filho que, há alguns anos, me apresentou um estilo de música que eu não conhecia e não gostava. Devo a ele esse prazer que tenho hoje em apreciar uma boa banda de metal.
O post de hoje traz as opiniões e reflexões musicais do André (também conhecido como Ameba Ribeiro) sobre um encontro histórico entre uma orquestra e uma banda de metal brasileira, na histórica cidade de Praga, na República Checa.

Recomendo a leitura. Ele ainda está começando, mas já é motivo de orgulho: Blog do Ameba Ribeiro.

Notas:

1) Falando em filhos, leia também sobre o Filipe, meu filho mais velho.
2) Por uma série de motivos, o Ameba Ribeiro deixou de atualizar o seu blog, até o ponto em que entendeu que não valia mais a pena mantê-lo. Então, removi o link, mas mantive o post e o registro. Até porque a admiração por ele não diminuiu; muito pelo contrário.

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  1. julho 19, 2009 às 12:06 am

    Meeeeo!! que emoção! =)

  2. Fernando Luchetti
    julho 21, 2009 às 12:45 pm

    Posso dizer que neste caso o amor mudou o gosto. Parabéns pelo herdeiro. Abs.

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